O acaso abre portas
O acaso abre portas
R$ 39,00
Autor(es): Luís Giffoni
Tamanho: 16 x 22,5cm Páginas: 80 Faixa Etária: a partir de 12/13 anos ISBN: 9788562549809 Categoria: Tema: Coletânea (contos, crônicas, fábulas), Conflitos/problemas cotidianos, Relações sociais/comportamento

Nesta coletânea de crônicas, o autor focaliza os mais diversos temas, como: opinião sobre pessoas e lugares, visão bem-humorada sobre fatos e atitudes, e reflexões sobre o próprio fazer literário. Como afirma Luiz Ruffato, na quarta capa, Giffoni “vem usando o espaço privilegiado da crônica para compartilhar anotações originais sobre tudo aquilo que a urgência da vida nos impede de usufruir”. Dono de uma escritura sagaz que, por vezes, nos deixa em suspenso, o autor remexe em lembranças, questiona situações e nos acalenta ao captar poeticamente pequenos fragmentos do dia-a-dia. Por meio de suas crônicas, o leitor pode se deliciar, se espantar, e o que é melhor: refletir sobre a visão de mundo que tem ou que espera ter.

  • Propor um debate sobre a origem da palavra “crônica” e verificar suas implicações com os textos apresentados por Luís Giffoni.
  • Pedir comentários sobre o caráter metalinguístico da primeira e da última crônica, em que o autor questiona os “ossos/miolos do ofício” de lidar com as palavras.
  • Em grupos, escolher crônicas para um comentário, a partir dos diversos enfoques: crônica-ensaio (visão crítica da realidade cultural e ideológica de sua época); crônica lírica (linguagem poética com predominância das emoções) e crônica humorística (tempo e espaço reduzidos, remetendo ao humor).
  • Debater: jornalismo e literatura; o antigo folhetim; o jornalismo literário; o conto e a crônica. Se possível, convidar um jornalista da cidade para conduzir o debate.
  • Analisando trechos das crônicas, justificar, por meio de exemplos, a opinião da teórica Angélica Soares: “Polimórfica, a crônica se utiliza afetivamente do diálogo, do monólogo, da alegoria, da confissão, da entrevista, do verso, da resenha, de personalidades reais, de personagens ficcionais, afastando-se sempre da mera reprodução de fatos”.(In: Gêneros literários, Ática,1990, p.64).
  • Produção de texto: “Hora ninguém nega, amigo”(Ver texto na 1ª orelha). Outra sugestão: continuar o seguinte texto, que começa assim: “Meu nome é Cronos, o senhor do tempo. Sou filho de Urano, deus do Cosmos e de Gaia, a deusa da Terra. O tempo tem segredos, como o que vou contar agora”.
- Indicado para o Catálogo de Bologna - 2015